Pesquisa publicada em revista científica internacional mostra que composto natural milenar pode ser a alternativa que 23 milhões de brasileiras estavam esperando. Entenda como funciona e por que médicos estão mudando de opinião.
Atualizado em 07 de fevereiro de 2026 • Leitura: 8 min
São Paulo, SP — Aos 52 anos, a administradora Célia Martins, de Uberlândia (MG), não conseguia dormir mais de 3 horas seguidas. As Ondas de Calor — ondas súbitas de calor intenso que atingem milhões de brasileiras durante a menopausa — a acordavam até 4 vezes por noite, deixando-a exausta, irritada e, segundo ela mesma, “irreconhecível”.
“Eu acordava encharcada, trocava a camiseta, e quando finalmente pegava no sono, vinha outra onda de calor. Virou um ciclo de tortura”, conta Célia em entrevista à reportagem.
A história de Célia é compartilhada por um número alarmante de mulheres. Segundo dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), cerca de 78% das mulheres no climatério sofrem com ondas de calor, insônia e alterações de humor.
Desse total, apenas 22% utilizam terapia de reposição hormonal (TRH). As demais 78% — cerca de 23 milhões de mulheres — evitam o tratamento por medo de efeitos colaterais, contraindicações ou simplesmente por falta de acesso médico adequado.

Foto ilustrativa: mulheres no climatério relatam que a qualidade de vida despenca drasticamente
Antes de encontrar o que hoje considera “a virada”, Célia percorreu um caminho comum entre brasileiras na menopausa: tentou chá de amora, isoflavona de farmácia e até um calmante natural receitado pelo médico.
“Nenhum resolveu. O chá de amora tomei por 3 meses sem sentir diferença nenhuma. A isoflavona deu um pouco de resultado no primeiro mês e depois parou. O calmante me deixava grogue mas as ondas de calor continuavam”, relata.
De acordo com a Dra. Niquéria, ginecologista especialista em climatério e saúde da mulher. (SOBRAC), a frustração de Célia é explicada pela ciência:
“O grande erro das soluções populares é tratar a menopausa como se fosse um problema único. Não é. O declínio estrogênico provoca alterações simultâneas em pelo menos 7 sistemas: termorregulação, sono, humor, metabolismo ósseo, pele, libido e cognição. Tratar apenas um deles é insuficiente.”
Dra. Niquéria, ginecologista especialista em climatério e saúde da mulher.
A especialista explica que o chá de amora, por exemplo, não possui estudos clínicos que comprovem eficácia contra ondas de calor. A isoflavona de soja disponível em farmácias genéricas costuma ter concentração abaixo da dose eficaz (menos de 40mg de isoflavonas ativas, quando o mínimo seria 80mg). E calmantes naturais apenas mascaram sintomas sem atuar nos receptores hormonais.
Em 2020, um estudo clínico duplo-cego controlado por placebo — considerado o padrão-ouro da pesquisa científica — foi publicado no Journal of Food Biochemistry com resultados que chamaram a atenção da comunidade médica internacional.
Pesquisadores liderados por Khanna et al. demonstraram que um extrato padronizado de feno-grego (Trigonella foenum-graecum) — uma planta usada há mais de 5.000 anos na medicina ayurvédica — produziu:

Sementes de feno-grego: usadas há milênios na Índia, agora validadas por estudo clínico de padrão-ouro — Crédito: Reprodução
O mecanismo de ação identificado pelos pesquisadores são as saponinas esteroidais, compostos naturais presentes no feno-grego que funcionam como moduladores seletivos dos receptores de estrogênio.
“Pense como uma chave-mestra”, simplifica a Dra. Fernanda. “Quando a produção de estrogênio cai na menopausa, os receptores hormonais ficam vazios. As saponinas ocupam esses receptores e restauram parcialmente a sinalização hormonal. Sem ser hormônio sintético.”
O estudo de Khanna inspirou uma equipe de farmacêuticos brasileiros a desenvolver uma fórmula que fosse além do feno-grego isolado. A lógica: se a menopausa ataca 7 frentes simultaneamente, a resposta precisa ser igualmente completa.
O resultado foi o MENOVITTA PREMIUM, um suplemento alimentar com registro na ANVISA que reúne 10 ativos de alta biodisponibilidade em uma única cápsula:
A formulação foi batizada internamente de “Efeito Cascata Dourada” porque, segundo os desenvolvedores, cada ativo potencializa o seguinte: o feno-grego equilibra a sinalização hormonal; o magnésio bisglicinato (4x mais absorvido que o óxido) restaura o sono; o trio Ca+D3+K2 protege a massa óssea; e os demais atuam em metabolismo, pele, cabelo e energia.
“O diferencial é a sinergia. Não é um ingrediente milagroso. É a combinação de 10 compostos que, juntos, cobrem as principais frentes da menopausa. No mercado brasileiro, não conheço outro suplemento com essa abrangência numa cápsula só.”
— Dr. Ricardo Moraes, nutrólogo, CRM-MG 198.488
Célia começou a tomar o MENOVITTA em outubro do ano passado. O que ela descreve é uma transformação gradual — não instantânea — que se intensificou ao longo das semanas:
Semana 1: “Na quinta noite, dormi 6 horas seguidas. Não acontecia isso há 4 meses. Achei que era coincidência.”
Semana 2: “Percebi que não estava gritando com meu filho. Não chorei no trabalho. Parece bobagem, mas pra mim foi enorme.”
Semana 4: Célia faz uma pausa antes de continuar. “Essa parte é mais pessoal. Mas vou contar porque acho que muita mulher precisa ouvir.” Ela descreve que, pela primeira vez em quase um ano, sentiu desejo real — não forçado, não por obrigação — pelo marido. “A gente ficou junto de verdade naquela noite. Sem eu fingir. Chorei depois, mas de alívio.”

Célia Martins, 52, de Uberlândia (MG): "Voltei a ser eu. Não a Célia de 20 anos. A melhor versão da Célia de 52." — Crédito: Arquivo pessoal
relataram melhora do sono nas primeiras 2 semanas
reportaram redução das ondas de calor em até 30 dias
afirmaram que comprariam novamente
nota média de satisfação
*Dados de pesquisa interna com 1.200 clientes. Resultados individuais podem variar.
É importante registrar que o MENOVITTA não é medicamento e não substitui acompanhamento médico. A própria ANVISA classifica o produto como suplemento alimentar. Ginecologistas consultados pela reportagem ressaltam que a reposição hormonal continua sendo o tratamento de referência para casos moderados a graves.
No entanto, há um reconhecimento crescente de que suplementos bem formulados podem ter papel relevante para mulheres que não podem ou não querem usar hormônios.
“Para pacientes com contraindicação à TRH — histórico de câncer de mama, tromboembolismo, hepatopatias — ou que simplesmente preferem evitar hormônios, ter opções naturais com algum respaldo científico é muito bem-vindo. Não é ‘ou um ou outro’. Muitas vezes, é complementar.”
— Dra. Mariana Costa, ginecologista, professora da UFMG
O MENOVITTA PREMIUM é vendido exclusivamente pelo site oficial do fabricante. Atualmente, a empresa está em fase de lançamento e oferece condições promocionais:
A empresa oferece o que chama de “Garantia Noites Tranquilas”: se a cliente não sentir diferença em 30 dias, pode devolver o produto — mesmo vazio — e receber o dinheiro de volta integralmente.
“Nosso maior desafio é a desconfiança, e nós entendemos”, explica o farmacêutico responsável pela formulação. “Muita mulher já gastou com suplemento que não funcionou. Por isso criamos uma garantia que elimina qualquer risco. Se não funcionar, não custa nada.”
A reportagem entrou em contato com mulheres que adquiriram o produto nos últimos 3 meses. Os relatos, embora individuais, apresentam padrões consistentes:
Maria C., 52, Belo Horizonte: “Na terceira semana meu marido olhou pra mim e disse: ‘você tá com brilho’. Fazia meses que ele não percebia nada.”
Sandra R., 49, Curitiba: “Minha filha que comprou pra mim. Em 15 dias eu já dormia a noite inteira. Ela disse: ‘voltou a minha mãe’.”
Regina S., 50, Brasília: “Já tinha gastado com 3 suplementos diferentes. A garantia do MENOVITTA me convenceu a tentar mais uma vez. Dessa vez funcionou.”
Luciana P., 55, Goiânia: “Minha mãe teve câncer de mama, então hormônio estava fora de questão. Queria algo natural com ANVISA. Estou no segundo kit.”

Consumidoras entrevistadas pela reportagem. — Crédito: Arquivo pessoal / Reprodução autorizada
Um dado que chamou a atenção da reportagem — e que especialistas consideram subestimado pela população — é o impacto da menopausa na saúde óssea.
Segundo a International Osteoporosis Foundation, mulheres podem perder até 20% da massa óssea nos primeiros 5 a 7 anos após a menopausa. Essa perda é silenciosa: não dói, não aparece em exame de sangue comum, e só é detectada pela densitometria.
mulheres acima de 50 anos terá uma fratura osteoporótica
Fonte: International Osteoporosis Foundation, 2023
O MENOVITTA inclui em sua fórmula o trio Cálcio + Vitamina D3 + Vitamina K2, considerado pelos nutrólogos como a combinação mais eficaz para manutenção óssea — a K2 direciona o cálcio para os ossos e impede que se deposite nas artérias.
“Esse é um ponto que deveria receber mais atenção”, alerta a Dra. Mariana Costa. “As Ondas de calor incomodam, mas passam com o tempo. A perda óssea é irreversível se não for tratada.”
A menopausa não é doença. É uma fase natural da vida. Mas “natural” não significa que precisa ser sofrida em silêncio. Das 30 milhões de brasileiras no climatério, a maioria enfrenta sintomas que comprometem trabalho, relacionamentos e saúde mental — muitas vezes sem tratamento adequado.
Produtos como o MENOVITTA PREMIUM não substituem acompanhamento médico, mas representam uma alternativa adicional para mulheres que buscam alívio natural com respaldo científico.
Para Célia Martins, de Uberlândia, a conclusão é mais simples: “Voltei a ser eu. E isso é mais do que eu esperava.”
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